
•Banda:Tétano
•Localização:Brasil
•Ano:2008
•Gênero:Death Grind Core
FAIXAS
01 - Mente Assassina
02 - Fator Revolta
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Um dos grandes guitarristas passou com sua ''guitarra falada'' no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte no sábado, dia 18. Peter Frampton, com um tempo curto com um atraso de 20 minutos, entrou com tudo tocando a grandiosa música Four Day Creep, de sua ex-banda, Humble Pie, tocando, quase em seguida, tocou It's A Plain Shame e um dos seus grandes clássicos Show Me The Way. Com todo seu carisma e com seu pouco domínio da língua portuguesa, mostrou aos fãs uma música de seu novo lançamento, Thank You Mr. Churchill (2010), tocando a interessante Restraint. Em seguida, Peter tocou um sequencia longa de instrumetal demonstrando sua habilidade e a de seus companheiros Dan Wojciechowski que se demonstrava um animal, no bom sentindo, tocando bateria, Rob Arthur que se revezava no violão, teclado e as vezes cantava junto com Peter, Adam Lester que acompanhava Peter e raramente solava sozinho, e o grandioso John Regan que brincava entre sorrisos e solos com a platéia. Ao termino da Double Nickels, Peter começava a clássica I Wanna Go to the Sun, com gritos e acompanhamentos da platéia. Voltava se com solos enormes e psicodélicos em seguida até chegar All I Wanna Be onde vários casais choravam e outros aproveitavam o clima romântico que logo acabaria em seguida com o cover de Soundgarden com a Black Hole Sun, grande clássico do Grunge, que, apesar de ser execrado pela maioria dos radicais, se mostrou um estilo propício para um cover nessa noite. O romantismo voltaria em seguida com a clássica e, arrisco dizer, a mais famosa de todas que é Nassau/Baby I Love Your Way que fez muitos chorarem e gritarem loucamente. Em seguida vieram (I'll Give You) Money e Do You Feel Like We Do com solos intermináveis e deslumbrantes. Em seguida eles sairam do palco e logo surgia gritos de ''Olê olê olê'' e muitos pedindo o grande clássico Breaking All The Rules que foi atendida em seguida em um clima de todos acompanhando o ritmo com palmas. Como se não fosse bom o suficiente para um ''final feliz'', tocaram While My Guitar Gently Weeps, cover do ex-Beatle George Harrison, uma grande influência para Peter. A única ressalva fica por conta do baixo número de músicas do Humble Pie, uma apenas. Um show grandioso e memorável para todos que presenciaram essa grande festa que consiste numa apresentação de Peter Frampton.
Esse é mais um lançamento dessa banda criada em 1998 por Zakk Wylde (Ex-Ozzy Osbourne) que desde então atrai a atenção de todos os veículos da mídia especializada em Rock/Metal. Analisando friamente, o último lançamento, Shot to Hell (2006), é inferior ao seu antecessor, o ja clássico Mafia (2005). Mas essa regressão musicalmente falando, é compensada nesse ótimo lançamento, Oder of The Black, uma verdadeira aula de guitarra desse especialista que é Zakk Wylde. A pancadaria começa com Crazy Horse, que poderia facilmente ser parte do play de The Blessed Hellride, e além de tudo tem um solo insano, bem a cara de Zakk Wylde. Overlord vem na sequência com seu refrão grudento e seu ótimo riff cadenciado, mas não deixando de ter a característica do BLS. Parade of Death é mais rápida e agressiva, perfeita para uma bateção de cabeça e fará a alegria dos bangers nos shows. Darkest Days é uma boa balada, mas quebra o rítmo insano proferido pelas primeiras faixas. Conferindo um pouco mais de peso para o play, Southern Dissolution chega aos ouvidos com toneladas de peso a disposição, a exemplo da rifferama Godspeed Hellbound, a melhor do disco. Chupacabra é um solo de violão típico de Zakk Wylde e que esta presente em todos os discos do BLS. Riders of The Damned é a faixa 'mais Black Label Society' do disco e January é uma balada que fexa o disco com chave de ouro. Poderia ser um disco melhor se não fosse pelo exagerado número de baladas (4 no total), mas pode-se dizer que Oder of The Black chega bem perto dos melhores discos da banda.